PIS: em uma semana, quase 40% dos trabalhadores já sacaram abono
20 08 2009Categories : Diversos
Nós no Senac Severinia-SPBlog feito por alunos do pet senac das cidades de Severinia e Cajobi. |
Após operar em alta durante a manhã, o dólar comercial inverteu sua tendência durante a tarde, chegando a beirar o patamar de R$ 1,83. Atenuando essa movimentação no final das negociações, a moeda fechou esta quarta-feira (19) em queda pela segunda sessão consecutiva sendo cotada a R$ 1,847 – desvalorização de 0,16%. Eventos do Banco Central brasileiro movimentaram os mercados.
A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou hoje o texto base do substitutivo do projeto de lei 29, chamado PL 29, que abre o mercado de TV por assinatura para as empresas de telecomunicações. Segundo informações do gabinete do relator do projeto, deputado Vital do Rego Filho (PMDB-PB), foi feito um acordo para que os 11 destaques apresentados para o texto sejam votados apenas na semana que vem. Somente depois disso é que o PL 29 voltará para sua comissão de mérito, que é a de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática.
By.Fréu
A maior competição no mercado de imóveis econômicos, motivada pelo incentivo do governo a esse segmento, deverá pressionar as margens de construtoras e incorporadoras, acreditam representantes da indústria e analistas.
A redução nos preços médios dos imóveis comercializados, diante da maior participação dessas unidades no mix de vendas das empresas, e a valorização dos terrenos que podem receber empreendimentos dessa categoria são apontados como principais fatores de pressão sobre indicadores de rentabilidade.
Especialistas acreditam que companhias que já atuam nesse segmento sairão em vantagem, mas também terão de se adaptar a um novo cenário, com margens brutas menores, inerentes à operação na baixa renda.
“As empresas terão de se estruturar para esse novo mercado, que oferece o melhor potencial de crescimento daqui para a frente. Certamente haverá redução de margens e o foco se voltará para escala”, afirma o presidente do Secovi-SP, maior sindicato do setor imobiliário da América Latina, João Crestana.
O mercado de imóveis para baixa renda –onde está a maior parte do déficit habitacional do país estimado em 8 milhões de residências– foi turbinado com o lançamento, em março, do “Minha Casa, Minha Vida”. O programa do governo federal prevê a construção de 1 milhão de moradias, ao custo de 34 bilhões de reais, para famílias com renda de até 10 salários mínimos.
O analista Guilherme Vilazante, do Barclays Capital, espera compressão “das margens das construtoras à medida que a concorrência na baixa renda ficar mais extremada”.
Para o analista Eduardo Silveira, da Fator Corretora, a principal incógnita dessa nova fase da indústria imobiliária está na capacidade construtiva. “Vai se dar bem quem conseguir equacionar vendas, financiamento e capacidade construtiva.”
NOVATAS NO RAMO
Especialistas afirmam que a pressão sobre as margens deve ficar mais evidente em construtoras e incorporadoras que agora ampliam sua exposição ao segmento econômico.
“Nesses casos, é bem provável que haja queda. Mas também pode haver empresas que vejam um retorno sobre patrimônio equivalente ou superior, porque a demanda vai estar justamente nesse mercado”, observa o analista da Fator.
Empresas especializadas em baixa renda concordam que haverá, de fato, maior competição, uma vez que o setor imobiliário não oferece barreiras de entrada. Contudo, o mercado permanecerá maior do que a capacidade de oferta por um longo período.
“O mercado é grande e há espaço para mais empresas. Mas alguns serão mais capazes que outros”, afirma o vice-presidente de Relações com Investidores da MRV Engenharia, Leonardo Corrêa.
Para este ano, a MRV projeta vendas de 2,4 bilhões a 2,9 bilhões de reais, ou algo como 25 mil unidades, acima das cerca de 15 mil em 2008. Para 2010, ainda não há estimativa oficial, mas a sinalização é de crescimento.
Em relação à lucratividade, Corrêa destoa dos analistas ao afirmar que o segmento de atuação não é determinante para as margens.
A avaliação da MRV é compartilhada pelo diretor comercial da Rossi Residencial, Leonardo Diniz. “O segmento econômico é diferenciado porque demanda rapidez e escala. Não é para qualquer um”, enfatiza.
A Rossi lançou na década dos anos 1990 um produto inovador para a baixa renda, o Plano 100 –que parcelava a compra do imóvel em 100 prestações, mas que foi extinto em meados do ano 2000.
Conforme Diniz, o “Minha Casa, Minha Vida criou condições inéditas para o desenvolvimento do mercado voltado à baixa renda. “Antes de tudo, o programa trouxe segurança para as operações”, explica.
No próximo ano, no mínimo metade dos lançamentos da Rossi deverá ser no segmento econômico. Na Cyrela, outra grande construtora brasileira, os negócios nessa área, tocados pela Living, deverão representar de 30 a 35 por cento das vendas totais em 2009 e chegar a até 50 por cento em 2010.
Já a Gafisa, que atua no mercado econômico por meio da Tenda, na qual detém 60 por cento de participação, informou que imprimirá ritmo “agressivo” nos lançamentos com esse foco.
Para o Secovi-SP, que reúne estatísticas do mercado imobiliário na capital paulista, de 50 a 60 por cento dos lançamentos efetuados no município no próximo ano serão voltados à baixa renda –em 2009, essa fatia deve ficar entre 30 e 40 por cento do total lançado.
By.Fréu
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil tem a intenção de fechar com todos os países do Mercosul acordos de crédito recíproco, por meio dos quais as economias deixam à disposição uma da outra um volume pré-determinado de recursos que pode ser sacado em caso de dificuldades.
Mantega e o ministro da Economia argentino, Amado Boudou, assinaram um memorando de entendimento em apoio a um futuro acordo de troca de moeda entre os dois países no valor de 3,5 bilhões de reais e 7 bilhões de pesos argentinos.
O acordo ainda depende de entendimento entre os respectivos bancos centrais. Mantega afirmou que, no caso brasileiro, os recursos virão da disponibilidade financeira do Banco Central e não afetarão os dados fiscais ou as reservas. Caso utilizados pela Argentina, os recursos sofrerão incidência da taxa Selic.
“A intenção do Brasil é fazer isso não só com a Argentina, mas com os demais membros do Mercosul, fazer com o Uruguai, com o Paraguai, com a Bolívia, os demais países também terão essa integração”, disse Mantega a jornalista.
O ministro reiterou ainda sua avaliação de que a economia brasileira está se recuperando bem. Ele acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) doméstico tenha crescido entre 1,6 por cento e 1,7 por cento no segundo trimestre –dado que, se anualizado, apontaria uma alta superior a 6 por cento.
By.Fréu
O presidente da Nossa Caixa, Demian Fiocca, disse hoje que o banco pretende desembolsar R$ 200 milhões por meio das linhas de crédito BNDES PSI, BNDES PSI Agrícola, Cartão BNDES e PEC-BNDES até 31 de dezembro deste ano. “Porém, se começarmos a chegar perto desse limite, teremos condições de alocar um valor maior”, afirmou. Segundo ele, o início das operações da Nossa Caixa com linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz parte de uma nova estratégia do banco de atender empresas.
“A Nossa Caixa tinha uma abordagem muito centrada em pessoas físicas, principalmente em servidores do Estado de São Paulo. São bons clientes, que atendemos bem e queremos preservar e ampliar. Mas, tendo uma estrutura de rede como temos, em todos os municípios do Estado de São Paulo, vemos uma oportunidade de aproveitar bem mais o potencial de emprestar também para empresas”, disse. “É uma estratégia bancária consistente em um cenário de queda de juros e que reforça o papel social de criar renda e empregos, que é o que a sociedade espera de um banco público”, completou.
Fiocca evitou endossar a crítica que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez a bancos privados. “O ministro da Fazenda tem por dever buscar o melhor desempenho da economia em seu conjunto e acho que, nesse sentido, ele gostaria que os bancos privados retomassem o crescimento do crédito, a exemplo dos bancos públicos”, afirmou.
Segundo ele, isso deve ocorrer porque a economia brasileira está dando sinais de recuperação nos últimos meses, o que deve resultar na ampliação da oferta de crédito. Questionado sobre se os bancos privados seriam obrigados a acompanhar a “lição” que os bancos públicos têm feito – de ampliar a oferta de crédito, como tem dito Mantega -, Fiocca evitou a polêmica. “Eu preferia me expressar nas palavras que já usei. Mas, se eu puder arriscar um palpite, acredito que no próximo lançamento de resultado trimestral nós vamos ver os bancos privados também crescendo”, afirmou.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse que mantém a recomendação feita a seus associados de que abram contas em bancos públicos para ter acesso às linhas do BNDES. Ele afirmou que as críticas que Mantega tem feito são as mesmas que a entidade faz há anos.
“Os bancos privados têm dificuldade de liberar as linhas do BNDES, ao contrário dos bancos públicos, que têm uma orientação presidencial. E temos visto, pelos balanços, que os bancos públicos estão saindo na frente. É uma coisa natural que orientemos nossos associados que tenham contas nesses bancos”, reiterou. “Mas acredito que os bancos privados não vão querer ficar para trás. É uma questão de tempo.”
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que os desembolsos da linha Finame para máquinas e equipamentos devem chegar a R$ 26 bilhões até o fim deste ano. “Temos uma expectativa muito boa para o segundo semestre em termos de recuperação de vendas de máquinas”, afirmou. Segundo ele, apenas nesta semana a instituição aprovou quase US$ 1 bilhão para a exportação de bens de capital pela linha BNDES Exim pré-embarque.
Coutinho destacou, porém, que as linhas de financiamento para máquinas e equipamentos com juros fixados em 4,5% ao ano terminam no dia 31 de dezembro e não serão renovadas. “Elas correspondem a um esforço grande do Tesouro em um momento difícil para o setor”, afirmou. A expectativa dele é de que o País volte a crescer a taxas entre 4,5% e 5% ao ano em 2010 e 2011, o que deve reativar decisões generalizadas de investimentos do setor privado e trazer liquidez para o setor. “Isso deve ocorrer em um contexto em que as taxas de juros em geral já estão mais baixas e não precisarão ser subsidiadas e apoiadas, como agora são. A expectativa é de que seja um esforço transitório no que diz respeito aos financiamentos.”
By.Fréu
O ministro da Economia da Argentina, Amado Boudou, anunciou hoje o entendimento entre o Brasil e a Argentina para a realização de um swap (troca) de moedas entre os dois países. Segundo ele, o acordo prevê que o Banco Central do Brasil colocará à disposição da Argentina R$ 3,5 bilhões e em troca a Argentina entregará 7 bilhões de pesos. Esse montante, segundo Boudou, é equivalente a US$ 1,8 bilhão.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que estava ao lado do Boudou durante o anúncio, em Brasília, destacou que os dois países estão tentando aumentar a integração na área financeira. Na área comercial, Mantega ressaltou que a relação dos dois países sofreu retração por conta da crise financeira internacional, mas agora está se recuperando. “A boa notícia é que estamos recuperando o patamar anterior à crise”, disse Mantega, que lembrou que a Argentina era o principal parceiro comercial do Brasil.
Segundo o ministro brasileiro, essa recuperação do comércio reflete a retomada no nível de atividade dos dois países. Mantega disse que há pendências na relação comercial dos dois países que cabe ao Ministérios do Desenvolvimento (brasileiro) e Ministério da Produção (argentino) resolverem. Mas, segundo Mantega, as pendências são pequenas dado o tamanho da relação bilateral. “Predomina a harmonia e o interesse comum entre os dois países”, disse Mantega.
O ministro ainda destacou que o Brasil e a Argentina estão bem posicionados na área fiscal e disputam o título de menor déficit entre os países do G-20.
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A General Motors desistiu de seus planos de lançar um novo utilitário esportivo modelo Buick devido à falta de interesse por parte de consumidores, afirmou o vice-chairman da empresa, Tom Stephens, nesta quarta-feira, apenas duas semanas após o modelo ter sido anunciado. A montadora cancelou os planos de fabricar o utilitário, que também teria uma versão híbrida elétrica, após ouvir de potenciais consumidores convidados para um teste na GM na semana passada que o modelo não tinha as características de alto padrão que esperam de um Buick. “O que decidimos fazer em resposta a isso é um bom exemplo do que é a essência da nova General Motors”, disse Stephens no blog da montadora. “No passado, isso teria sido um processo de muitos meses”, acrescentou. A GM, que saiu da concordata no mês passado, já afirmou que pretende levar mais em conta a opinião do consumidor e tomar decisões mais depressa. A empresa revelou seus planos para lançar a versão do Buick para cinco passageiros em 2010 e a versão elétrica do modelo em 2011 durante uma conferência do setor no último dia 6. A expectativa era que o Buick seria o primeiro utilitário elétrico disponível no mercado produzido por uma grande montadora, seguindo o badalado carro elétrico Chevrolet Volt.
By.Fréu